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09/09/2019

Cohapar e prefeitura vistoriam obras de 57 casas rurais em Cascavel

Novas moradias foram construídas em uma parceria do Governo do Estado com o Governo Federal e o município para o atendimento de reassentados da reforma agrária que trabalham com produção agrícola familiar.

O presidente da Cohapar, Jorge Lange, e o presidente da Companhia Municipal de Habitação de Cascavel (Cohavel), Nei Haveroth, vistoriaram nesta segunda-feira (9), as obras de construção de 57 novas casas populares no Assentamento Valmir Motta de Oliveira, na zona rural de Cascavel. O projeto envolve investimentos de R$ 1,6 milhão e deverá ser concluído até a metade de novembro.

Os recursos para a construção das moradias foram viabilizados em uma parceria do Governo do Estado com o Governo Federal e o município dentro do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR). A seleção dos beneficiários foi feita por técnicos da Cohapar, Emater e prefeitura, que também prestaram apoio técnico e social durante todas as etapas do projeto.

Segundo o presidente da Cohapar, a gestão estadual está atenta às necessidades dos produtores rurais. “O Governo do Paraná tem trabalhado pelos agricultores, em especial aqueles de pequeno porte, familiares, que necessitam do apoio do poder público para continuar trabalhando e produzindo grande parte das riquezas do estado”, avalia Lange.

Pelas regras do programa, famílias com renda bruta familiar anual de até R$ 17 mil têm 96% do valor dos imóveis subsidiado. Os recursos, de R$ 34.200 por família, são utilizados para a compra do material e pagamento da mão de obra, cujas construções são fiscalizadas por engenheiros da Cohapar. O restante do valor é financiado em quatro prestações de R$ 342 ao ano.

REFORMA AGRÁRIA – Regularizado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) em 2012, o assentamento Valmir Motta de Oliveira fica às margens da BR 277. As propriedades foram registradas em nome dos beneficiários, escolhidos entre as cerca de 80 famílias residentes na região com base em indicadores socioeconômicos e a regularidade da documentação apresentada.

A escolha da comunidade foi feita com base em uma portaria publicada em 2018 pelo então Ministério das Cidades, atual Ministério do Desenvolvimento Regional, que determinava a seleção de projetos do PNHR especificamente para reassentados da reforma agrária, além de comunidades indígenas e quilombolas de todo o país.


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