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03/10/2019

Cohapar e Banco do Brasil firmam parceria para construção de casas rurais

Imóveis serão financiados com recursos do Pronaf. Participação do Governo do Estado por meio da companhia e da Emater deve reduzir o custo pagos pelos produtores rurais beneficiados.

O presidente da Cohapar, Jorge Lange, e o superintendente estadual do Banco do Brasil Fabrício Casali Reis assinaram nesta terça-feira (1), na sede da empresa, em Curitiba, um protocolo de intenções. A partir de agora, a companhia e o banco atuarão juntos na construção de casas para produtores rurais beneficiários do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

A equipe da Cohapar iniciou os trabalhos de elaboração do termo de cooperação técnica entre os órgãos. Algumas diretrizes da nova iniciativa, no entanto, já estão definidas. O objetivo será obter a maior parcela possível dos recursos disponíveis para os projetos dentro do Plano Safra 2019/2020, que chegam a R$ 500 milhões para todo o país. 

Segundo Lange, a experiência acumulada pela empresa na elaboração e gestão de projetos vinculados ao Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR) nos últimos anos é um diferencial que deve pesar a favor do Paraná. “São mais de 13 mil casas rurais construídas com a participação ativa da Cohapar em todas as etapas do projeto, o que demonstra a capacidade de articulação da companhia junto aos federais, estaduais e aos municípios”, afirma.

Pelo acordado, a companhia ficará responsável pela elaboração dos projetos construtivos e assistência técnica durante as obras, além da articulação junto aos potenciais beneficiários em um trabalho integrado com a Emater. As intervenções incluem o auxílio na aquisição dos materiais de construção e pagamento da mão de obra utilizada, que deverá ser feita por lotes para redução dos custos do financiamento imobiliário.

COMO FUNCIONA – Produtores agrícolas paranaenses poderão obter financiamentos para a construção de imóveis de até R$ 50 mil com juros de 4,6% ao ano. O valor poderá ser quitado em 10 anos, com um período de três anos de carência. Eles poderão optar pelo pagamento em prestações semestrais ou anuais, a partir da receita obtida com a comercialização da safra (colheita principal) e da safrinha (colheita secundária, normalmente de milho).

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